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Notícias e Destaques

Newsletter Março 2013

 

É com o maior prazer que trazemos até vós a newsletter do mês de Março onde iremos abordar  variados temas, relativos à saúde e bem estar dos idosos. 

 

 

Nesta newsletter iremos explorar a importância de manter relações familiares saudáveis, a fim de garantir o bem estar físico e mental do idoso e, simultaneamente, permitir ao seu cuidador espaço para cuidar de si e dos vários aspectos da sua vida.  

 

Abordamos, igualmente, o tema essencial do processo de transição do idoso, do hospital para casa, em situações de pós-alta hospitalar - quais os factores essenciais a ter em conta para uma recuperação rápida, segura e eficaz, e como devemos lidar com eles.

 

Finalmente, informamos os nossos leitores sobre as consequências da Deficiência de Vitamina D e quais as melhores sugestões para ajudar os idosos na ingestão de vitamina D - alimentos ricos nesta vitamina, atitudes e comportamentos apropriados. 


 

 A Importância de Manter Relações Familiares Saudáveis

  


A melhor prenda que os pais podem dar aos seus filhos é tratá-los com carinho e respeito, cuidando deles até à idade adulta. Ao fazê-lo, os pais ensinam os filhos a estabelecer relações saudáveis dentro de uma unidade familiar coesa, de modo a que possam tornar-se adultos felizes, bem ajustados socialmente e, por conseguinte, bem sucedidos nas várias áreas da vida. O ciclo da vida permite que os filhos, enquanto adultos, possam retribuir aos pais estes cuidados, auxiliando-os e acompanhando-os na senioridade.

 

Cuidar de um membro da família pode ser, simultaneamente, bastante agradável e recompensador, como também um grande desafio. O idoso que precisa de cuidados, muitas vezes, sente-se descolado e ressentido por não conseguir ser independente e ter que recorrer à ajuda do seu familiar, mesmo para as actividades mais básicas do dia a dia. O cuidador familiar, se por um lado, se sente muito feliz e útil por poder ajudar, por outro, não consegue evitar um sentimento de grande tristeza ao ver o seu familiar idoso num estado de saúde em declínio.  Além disso, os cuidadores familiares passam por complicados conflitos interiores, em que, ao mesmo tempo que se sentem como um dado adquirido e que não são valorizados, também sentem que não devem cobrar esse reconhecimento.  

  

Neste contexto familiar é importante manter uma dinâmica de relações saudáveis, integrando outros familiares na rotina do idoso, para ajudar a dinamizar o seu dia-a-dia e, simultaneamente, dar espaço ao cuidador que presta os cuidados primários ao idoso. É importante que o idoso receba visitas que lhe quebrem a monotonia e dissipem a ideia de que está isolado do resto da família. Nestas visitas os familiares podem levar o idoso a passear, praticar actividades ou hobbies, jogar às cartas, ir ao teatro ou cinema, jogar jogos, ver álbuns de fotografias, entre outras actividades divertidas e estimulantes. Caso os familiares não tenham possibilidade de visitar o idoso, também podem trocar correspondência, emails, enviar fotografias, entre outras interações que, actualmente, na Era das Novas Tecnologias, são possíveis.  

  

Uma família unida e coesa é fundamental para o bem estar mental e físico do idoso, contudo, não nos podemos esquecer das necessidades do cuidador familiar que, todos os dias, está presente para prestar cuidados primários ao idoso. É impreterível que este tenha tempo para tratar das várias áreas da sua vida e um descanso mental, em que apenas se preocupa com o seu próprio bem estar.

Na impossibilidade de outro familiar substituir o prestador de cuidados primários, a família tem a hipótese de recorrer à ajuda das Ajudantes Familiares da Comfort Keepers, cuja missão é manter o espírito forte e independente dos nossos clientes, contribuindo para o seu bem-estar e uma vida saudável e feliz. Através da filosofia dos cuidados interactivos, as Ajudantes Familiares estimulam os idosos, física e cognitivamente, integrando-os em todos os programas da sua rotina e fomentando a interacção social, bem como a prática de novas actividades, de modo a que estes não se ressintam pela ausência dos seus familiares.

 

Período de Transição do Hospital para Casa


  

 

Depois de algum tempo internado, num ambiente frio e impessoal, toda a gente valoriza voltar à sua casa, dormir na sua própria cama, comer as suas refeições caseiras e todo o ambiente acolhedor da sua própria casa.

 

Contudo, por mais maravilhoso que tudo isto seja, é necessário ter em atenção as necessidades das pessoas durante este período de transição  e quais os cuidados a ter para uma recuperação rápida e eficaz. Este processo de transição pode ser complicado consoante o contexto e as circunstâncias envolventes.

 

Nesta fase é necessária uma atenção especial com os idosos, especialmente aqueles cujo estado de debilidade é mais acentuado e, por conseguinte, necessitam de tomar uma grande quantidade de medicação, em várias alturas do dia. A transição de um hospital, onde há um serviço de alerta e toma de medicação regular, várias vezes ao dia, para o domicílio, requere que haja uma especial atenção por parte do cuidador para os lembretes de medicação do idoso. É necessária um planeamento antecipado de toda a rotina do idoso, de modo a que o processo de recuperação e transição seja seguro e suave.   

 

É fundamental ter em conta os seguintes aspectos:

  • A mobilidade do sénior - posicionamentos e transferências;
  • O estado de saúde do idoso, que pode precisar de monitorização médica;
  • A Gestão da Medicação;
  • O calendário das consultas médicas - onde e quando o idoso se deve deslocar aos médicos da especialidade;
  • Nutrição. 
De facto, deve ser dada uma atenção especial à mobilidade dos idosos no domicílio - ter em atenção se os móveis não estão a impedir a passagem do idoso, ter cuidado com os tapetes e carpetes escorregadios que possam levar a quedas, caso ainda não exista, colocar um corrimão na banheira para apoiar a pessoa durante a sua higiene pessoal.

 

Para controlar a evolução do estado de saúde do idoso é essencial que este receba visitas dos familiares e amigos nos dias e semanas a seguir à sua transição do hospital para casa. Esta monitorização vai permitir verificar o estado de saúde do sénior, para garantir que este está em melhoria e não em declínio.  

 

A gestão da medicação é essencial durante esta fase e já existem soluções bastante eficazes, que garantem que o idoso toma a medicação correta no horário pretendido.  Além dos lembretes de medicação através dos serviços de tele-assistência, existem, igualmente, caixas dispensadoras semanais de comprimidos, com alarme sonoro e visual. Estas soluções permitem a organização da medicação com a máxima segurança, evitando "overdoses" acidentais.

 

Garantir que o idoso vai a todas as consultas médicas é determinante para a sua recuperação. Os familiares e amigos podem ajudar, marcando as consultas no seu calendário e ligando ao idoso para fazer o lembrete e sugerir acompanhá-lo. Este processo de acompanhamento do idoso, permite garantir a sua ida às consultas, bem como ter conhecimento de todas as prescrições médicas necessárias para a melhoria do seu estado de saúde.

 

Em situação de pós-alta hospitalar, preparar as refeições pode parecer arrebatador para o idoso, que ainda se encontra bastante debilitado. Para a sua recuperação é extremamente importante ter uma dieta equilibrada e bastante variada, com os alimentos adequados à sua condição e todos os nutrientes necessários. Os familiares e amigos podem ajudar, auxiliando na realização das compras no supermercado e na preparação das refeições, de forma personalizada e atrativa para o idoso. 

 

As dicas previamente mencionadas são fundamentais para o idoso conseguir realizar uma transição suave do hospital para a sua casa. No caso dos familiares ou amigos não conseguirem dar todo o apoio necessário durante este período de transição, as  Ajudantes Familiares da Comfort Keepers, com toda a sua experiência na área geriátrica e da saúde, podem dar toda a assistência necessária, a tempo parcial ou permanentemente, realizando tarefas básicas do dia-a-dia que, durante este período, podem parecer mais complicadas e difíceis de realizar. 

 


 Consequências da Deficiência de Vitamina D





O envelhecimento traz sintomas, resultantes do desgaste natural do corpo ao longo dos anos, pelos quais não passamos durante a juventude - fadiga, dores musculares e fraqueza, dor nas articulações, falta de concentração, perturbações no sono, entre outros.

Estes sintomas resultam, de entre outras coisas, da deficiência de vitamina D no nosso organismo, uma condição que se tem demonstrado potencialmente grave ao longo dos anos, especialmente na população sénior. De facto, estima-se que mais de 40% dos idosos não têm quantidade suficiente de vitamina D no seu organismo.

Há alguns anos atrás, pensava-se que a vitamina D apenas ajudava a fortalecer os ossos e os dentes. No entanto, os recentes avanços na ciência mostram que a vitamina D desempenha um papel importante no funcionamento do corpo e pode ajudar a prevenir várias doenças e condições. A vitamina D é encontrada em pequenas quantidades em alguns alimentos, como por exemplo, peixes gordurosos, laticínios, sumos e cereais. Contudo, 80 a 90 por cento da vitamina D é obtida pela exposição à luz solar.   

Investigadores descobriram vários factores que colocam os idosos em maior risco de deficiência de vitamina D do que outros grupos etários. O facto dos idosos que estão isolados no seu domicílio não receberem os benefícios dos raios do sol; os idosos ativos devem ter em mente as alterações na pele devido ao envelhecimento diminuir a capacidade da pele para sintetizar a luz solar em vitamina D; a função renal diminui com a idade, o que inibe a capacidade do corpo de processar adequadamente a vitamina.

Estudos descobriram que a deficiência desta vitamina pode contribuir para a osteoporose, fraqueza muscular, fraturas, diabetes, câncro, doenças de coração, artrite, entre outras.


Os sintomas de deficiência de vitamina D são muitas vezes subtis e o idoso deve sempre consultar primeiramente um médico antes de considerar algum tratamento. De seguida, apresentamos uma lista de sintomas, a que os idosos, com falta desta vitamina, estão sujeitos:

  • Fadiga;
  • Dores musculares e fraqueza;
  • Câimbras musculares;
  • Dores nas articulações;
  • Aumento de peso;
  • Pressão arterial alta;
  • Perturbações de Sono;
  • Dificuldade de concentração;
  • Dores de cabeça;
  • Problemas de bexiga;
  • Constipação ou diarreia.

 

Os prestadores de cuidados ao idoso, tanto os familiares ou amigos, como os Ajudantes Familiares, devem estar atentos a estes sintomas e, caso se verifiquem, devem aconselhar uma visita ao médico.

Seguidamente, apresentamos várias sugestões para ajudar os idosos a aumentar a ingestão de vitamina D. É importante referir que, antes de considerar estas sugestões, o idoso deve sempre consultar o seu médico. 

  • Os investigadores sugerem 10 minutos de exposição ao sol, três vezes por semana, sem o uso de protetor solar;
  • Suplementos, como um multivitamínico, podem ajudar, se forem receitados por um médico;
  • Escolher os alimentos que são ricos em vitamina D, como o óleo de fígado de bacalhau, salmão, cavala, atum, fígado bovino, queijo e gemas de ovos. Além destes alimentos, também é aconselhável a ingestão de leite, cereais matinais e sumos naturais.  

Apesar da dieta diária não poder fornecer a quantidade diária necessária desta vitamina, os estudos mostram que estes alimentos podem aumentar os níveis de vitamina D no organismo.

 

 

 

 
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